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26 de jan. de 2013

Como trabalhar no Banco Itaú


Se você quer saber como trabalhar no Banco Itaú, está no local certo.
HISTÓRIA
Ele foi criado em 1945, tendo sua origem no Banco Central de Crédito, depois Banco Federal de Crédito. Após um período de crescimento interno de quase 20 anos, com a modernização do sistema financeiro brasileiro deflagrada pelo governo federal o Itaú ingressou num período de fusões, sendo a primeira delas entre o Banco Federal de Crédito e o Banco Itaú. Seguiram-se as fusões com o Banco Sul Americano e com o Banco da América. Esse período se estendeu entre 1964 e 1969.
Em 3 de novembro de 2008, foi anunciada a fusão das operações financeiras entre o banco Itaú e o Unibanco, o que levou a empresa à posição da maior instituição bancária do Brasil e o maior conglomerado financeiro do hemisfério sul.  A fusão da Itaú Holding Financeira S.A. (controlada pela ITAU SA) com a Unibanco Holdings S.A. resultou na Itaú Unibanco Holding S.A. e tomou o lugar da 17ª maior empresa em capitalização de mercado do mundo, com um total de ativos combinado de mais de R$ 575 bilhões, 4,8 mil agências e 14,5 milhões de correntistas. O Unibanco (União de Bancos Brasileiros S.A.) foi absorvido pelo Banco Itaú S.A.

COMO TRABALHAR NO BANCO ITAÚ

O Banco Itaú tem os seguinte programas para quem quer trabalhar no Banco Itaú.

PROGRAMA DE ESTÁGIO CORPORATIVO

O Programa de Estágio Corporativo do Banco Itaú tem como objetivo atrair jovens potenciais para torná-los profissionais de alta performance, fortalecendo o banco de talentos da organização.
No programa de estágio está contemplado:
  • Integração Corporativa
  • Ações de Desenvolvimento:
    • Treinamentos: e-learning e presenciais (Foco no negócio, comportamental e funcional)
    • Ações de orientação de carreira
  • Entrega de projeto ao final do primeiro ano de estágio
  • Elaboração e acompanhamento do plano de Estágio

PROGRAMA DE ESTÁGIO REDE DE AGÊNCIAS

Se você é um profissional com potencial e vontade de atuar na rede de agências de uma grande instituição financeira, venha fazer parte do Programa de Estágio do Itaú, com foco no desenvolvimento de competências comerciais através do atendimento ao cliente e orientação sobre produtos bancários.
No programa de estágio será contemplado:
  • Integração
  • Ações de Desenvolvimento:
    • - Treinamentos: e-learning e on the job
  • Ações de orientação de carreira
  • Elaboração e acompanhamento do plano de Estágio

PROGRAMA DE TRAINEE

O Programa tem duração de um ano, com início sempre em janeiro. Durante os 12 meses de Programa, o trainee vivenciará 3 macro-etapas de desenvolvimento: Integração, Generalista e Especialista. Após um ano de programa, os trainees terão acompanhamento de carreira com líderes da organização (Mentoring). Além disso, aos trainees que tiveram atuação de destaque, serão oferecidos: formação internacional em uma das melhores escolas de negócio do mundo e um programa de Coaching estruturado.
Detalhamento das etapas:Etapa 1 Integração Corporativa
Objetivos: propiciar visão sistêmica do banco.
Principais atividades: Boas vindas, integração comportamental, informações mercado financeiro, visão das áreas do banco.
Etapa 2 Generalista
Objetivos: propiciar visão sistêmica da área executiva, conhecer processos-chave da área, propiciar visão das áreas prioritárias.
Principais atividades: job rotation estruturado e norteado por um plano de atividades com objetivos de aprendizagem e entregas definidas.
Etapa 3 Especialista
Objetivo: atuação on-the-job
Principais atividades: desempenho de função específica com responsabilidades e metas pré-estabelecidas.
Pós Programa
Objetivo: acompanhar o desenvolvimento do trainee nas áreas de atuação.
Principais atividades: programa de mentoring, curso intensivo em uma das melhores escolas do mundo e programa de Coaching estruturado para os trainees que tiveram atuação de destaque no primeiro ano.

GLOBAL TALENT PROGRAM

O Global Talent Program busca os melhores para fazer parte da sua equipe. O objetivo do Programa é atrair e desenvolver talentos de alto potencial das melhores escolas de negócios do mundo e prepará-los para assumir futuras posições de liderança.

OUTRAS INFORMAÇÕES

Claro que existem outras maneiras de se trabalhar no Banco Itaú. Você pode começar consultando as vagas disponíveis ou enviando seu currículo, basta utilizar os links abaixo.
Qualquer dúvida, entre em contato com o Banco Itaú.

Vídeo de introdução ao Cobit 5 pela ISACA


introdução ao COBIT 5

O vídeo a seguir é uma produção da ISACA (Information Systems Audit and Control Association) sobre o COBIT 5. A ISACA é a própria criadora deste framework de Governança de TI, portanto pode ser uma boa oportunidade de entender como funciona esta nova versão do COBIT. 

O vídeo é bem resumido: dura apenas 03 minutos. Para obter mais informações sobre  oCOBIT 5 acesse este artigo. 

Introdução ao COBIT 5 - legendado em português

13 de jan. de 2013

BANCO DE BRASÍLIA - BRB - abre concurso para 10 vagas de TI




vagas de TI
Concurso público para 10 vagas de TI e formação de cadastro de reserva para Analista de Tecnologia da Informação salário de R$ 4.800,00 + benefícios e jornada de trabalho de 30 horas semanais.

As vantagens oferecidas são: promoção  por  antiguidade  anual; possibilidade  de  promoção  por  merecimento; concessão de cinco abonos-assiduidade ao ano; possibilidade de ascensão  e desenvolvimento profissional; participação nos lucros e resultados, nos termos da legislação pertinente e acordo sindical vigente; possibilidade de participação em  Plano de Saúde e em Plano de Previdência Complementar; auxílio refeição/alimentação; auxílio cesta-alimentação; auxílio natalidade e prorrogação de licença maternidade; e auxílio creche.

A taxa de inscrição é de R$ 32,00 (trinta e dois reais). 

As inscrições deverão ser feitas exclusivamente via internet no endereço eletrônico  http://www.iades.com.br  no período entre 8 (oito) horas do dia 17 de janeiro e 23 (vinte e três) horas e 30 (trinta) minutos do dia 8 de fevereiro de 2013.

Para maiores informações veja o edital

12 de jan. de 2013

SUA EMPRESA REALMENTE VENDE SERVIÇOS DE TI?


Publicado por Uilson Souza 

Após vivenciar alguns fatos que qualifico como “estranhos”, comecei a me perguntar sobre o que realmente as empresas de TI vendem.
Existe uma grande diferença entre o “vender serviços de TI” e o “administrar TI”, que muitas empresas não estão conseguindo diferenciar.
Você que atua numa empresa deste ramo, já parou pra pensar no que faz atualmente? Já pensou no modelo de prestação de serviços atual? Ele condiz com o real objetivo da sua organização?
A alguns anos atrás trabalhei numa gigante de TI e o processo me agradava muito. Esta empresa oferecia um serviço de administração completa com total responsabilidade do ambiente de TI de determinada corporação.
A partir da assinatura do contrato, a empresa assumia todos os processos, funcionários, equipamentos, etc.
Todo datacenter é transportado para o headquarter desta empresa e aí, meu caro leitor, a empresa passava a ser a área de TI da corporação.
Para o cliente não mais importava como as coisas seriam feitas, desde fossem feitas. Não importa para ele qual equipamento comprar, qual infra estrutura iria desenhar para suprir determinada necessidade. Isso agora é função desta empresa, que absorveu toda TI desta corporação.
O cliente se preocupa agora com seu core-business…e só!
Apesar de gostar muito deste processo, não precisamos também ser tão radicais. É possível uma parceria saudável entre cliente e fornecedor com papeis bem definidos e limites respeitados.
Para quem acompanha meus textos neste espaço, escrevi sobre empresas de TI com mentalidade de departamento de TI. Empresas que prestam serviços (ou tentam) e não têm desenvoltura para lidar com situações diversas dentro de um ambiente diferente daquilo que estão acostumadas.
Por outro lado, existe também aqueles gerentes de TI que ficam inconformados com o fato de uma empresa externa estar prestando serviços em sua organização. Eles simplesmente não se preocupam em cobrar o serviço que pagam e ficam, de certa forma, metendo o nariz naquilo que não deveria ser de sua conta.
Dentro de cenários como este acontecem problemas como os que citei em um artigo que escrevi aqui sobre o que causa a ingerência em TI.
Para que problemas como os citados não ocorram, avalie o real objetivo de sua empresa. Qual o tipo de serviço que vc quer prestar?
O termo “vender serviços” engloba uma série de passos a serem pensados a fim de suportar toda a estrutura de seu cliente e, além disso, deixar claro que é você quem decide o que e como fazer. Basta ao cliente receber por aquilo de pagou que deverá ser entregue no devido prazo e da melhor forma possível. Além disso, os procedimentos a serem empregados, deverão estar adequado com os processos internos do cliente.
Um exemplo claro que tive a um tempo atrás, foi numa grande empresa de mídia, onde a fornecedora de TI presta serviços de networking, internet e telefonia. O contrato diz que deverá haver uma monitoração de todo ambiente e, em caso de problemas, o fornecedor avisará ao cliente já com os devidos cuidados para que tudo volte ao funcionamento normal.
Para minha surpresa, o contratante destes serviços, ostenta em sua mesa, um enorme monitor que usa para monitorar o ambiente que ele paga para um fornecedor monitorar.
Questionado sobre o porque daquele monitor ali, ele simplesmente disse que precisa estar informado sobre tudo o que ocorre no ambiente, pois, é cobrado por ele.
Bom, se ele paga por serviços de TI nas áreas já citadas envolvendo monitoração e relatórios do ambiente, porque ficar monitorando aquilo tudo?
Não existe confiança do cliente no seu fornecedor? É difícil “largar o osso”? A intenção do contrato não foi bem definida? O cliente ainda não entendeu que existe uma empresa que é paga para fazer aquilo?
Será que o serviço não está a contento? Em casos como este, o contratante fica a maior parte de seu tempo envolvido com as tarefas diárias do fornecedor, pois, tem que garantir a entrega daquilo que ele paga (para ele mesmo) e evitar que fique mal visto aos olhos da diretoria, pois, foi ele quem aprovou a entrada deste fornecedor.
Caso seja impossível para o contratante ficar alheio aos processos de TI que ele contratou, tenho uma sugestão:
Não compre serviços de TI! Simplesmente, nomeie coordenadores de sua confiança para as varias áreas de seu departamento de informática e preencha as equipes com consultores daquelas empresas que só servem para alocar recursos e se entitulam “Consultorias”.
Garanto a você que seu custo será menor e você poderá ditar o que quer.
Para você que presta serviços de TI tenha muita atenção na hora de elaborar uma proposta. Tenha certeza daquilo que está fazendo e mostre competência e pulso na hora de fazer o cliente entender que, a partir da assinatura do contrato, quem faz e se preocupa com serviços de TI daquela organização é você.
Já disse aqui em outros textos que a satisfação do cliente está inclusa nos termos dos “entregáveis” descritos no contrato firmado entre vocês.
Analise bem as situações do dia a dia, seja pró-ativo nas mais variadas situações e saiba do seu lugar nesta parceria e também deixe claro o lugar do cliente também.
Nada impede que o cliente não saiba do que está sendo feito, mas, detalhes muito técnicos tais como, quantos cliques, qual chave de registry, qual comando, qual IP, etc, isso não é da conta dele…é sua!
Para o cliente basta saber que sua infra estrutura está funcionando e os serviços que ele oferece estão sendo entregues ao consumidor final.
Para finalizar, pense que, um contrato tem que ser rentável. Para tanto, quaisquer solicitações vindas do cliente deverão ser friamente analisadas, para que não se chegue ao ponto em que você precisará pagar para prestar serviços em determinado lugar.
Exceções sempre podem ser feitas para um bom relacionamento entre cliente e fornecedor, mas, fique atento a exageros e excessos.
Não quero aqui instituir uma guerra entre cliente e fornecedor, mas, pelo bem do seguimento em que trabalho e, por constantes erros oriundos de contratos mal elaborados e falta de senso em lidar com o cliente, acho por bem expor situações e sugerir melhores práticas para o dia a dia de uma prestadora de serviços de TI.
Quem vende serviços de TI deve ter em mente que, a administração como um todo também deverá estar no pacote.
Quem compra serviços de TI deverá expor da forma mais clara possível o que quer e o que precisa, para que constrangimentos futuros sejam evitados.
Se você, cliente ou fornecedor vive dilemas como os citados neste artigo, não deixe que o desgaste termine com um bom relacionamento comercial. Conversem, reúnam-se, achem uma saída que seja boa para ambos os lados.

18 de out. de 2012

Falhas comuns em estruturas de servicedesk de Tecnologia da Informação

Falhas comuns em estruturas de servicedesk de Tecnologia da Informação


Helpdesk de TI
Servicedesk de TI
Se o seu banco te atende mal quando precisa resolver um problema, o que você pensa da empresa? O que você fala para seus amigos da operadora de celular da qual é cliente, depois de passar 01h no telefone esperando por um atendimento? 

Esta é a mesma impressão que os colaboradores da sua organização têm do departamento de TI: exatamente a mesma impressão que criam do atendimento que recebem quando ligam para solicitar algo. Por isso, dizemos que o servicesk é a porta de entrada do departamento de TI: se as coisas vão mal neste setor, toda a TI está comprometida em termos de nível de satisfação da organização com os serviços prestados. 

Neste artigo, elejo 06 problemas comuns e possíveis soluções que podem ajudar a quem gerencia um servicedesk de TI. 

1) Dar pouca atenção ao servicedesk
Esta é a primeira e talvez mais comprometedora falha. Muitas vezes, a organização investe em analistas experientes, estruturação de escritórios de segurança, projetos e governança, cria cargos de direção de TI, entre outras ações para buscar excelência na prestação dos serviços, mas ignora o investimento em servicedesk. Como vimos na apresentação deste artigo, ele é essencial para a eficiência e eficácia de TI. 

2) Imaginar que a culpa é dos atendentes, quando as coisas vão mal
O objetivo deste tópico não é proteger os analistas de atendimento, mas, muitas vezes imagina-se que atendentes melhores resolveriam os problemas atuais do servicedesk de TI, quando o nível de satisfação está baixo. Na verdade, é provável que os procedimentos, treinamentos e base de soluções, este sim, precisem de melhoria. 

Um analista de servicedesk precisa estar muito bem treinado e contar com procedimentos eficazes que garantam que os atendimentos e soluções possam ser sanados rapidamente, seguindo padrões. 

Para saber se você precisa se preocupar com este aspecto, proponho um exercício: observe durante um turno o trabalho realizado por seus profissionais de atendimento. Caso note que eles pensam muito durante as atividades e tomam decisões distintas para resolver incidentes ou atender requisições, desconfie de que há algo de errado. O atendimento em servicedesknão é uma atividade intelectual, seu exercício deve ser padronizado e objetivo. 

3) Imaginar que a culpa é do usuário, quando o segundo nível é contactado sem passar pelo servicedesk
O departamento de TI deve assumir a responsabilidade pela mudança cultural relacionada ao usuário buscar o atendimento no primeiro nível. Partir do pressuposto que na sua organização a cultura não muda e o usuário é resistente só irá prejudicar. 

Estude e aplique técnicas de conscientização, emita relatórios do uso adequado/inadequado doservicedesk de TI segmentado por departamentos e busque as pessoas com autonomia que ofereçam suporte a adaptação da cultura. 

4) Não definir Acordos de Nível Operacional entre equipes internas
Um dos aspectos que mais preocupa gestores de servicedesk de TI: muitas vezes existem Acordos de Nível de Serviço(ANS) bem definidos para o atendimento realizado no primeiro nível e para a solução do incidente / requisição como um todo, mas faltam ANO's. 

A inexistência destas metas entre equipes internas dá origem a ações de contorno tais como "pausar o chamado", fazendo com que o tempo total de solução do incidente seja comprometido. O resultado é que existem situações em que os ANS's são reportados como excelentes, mas o usuário fim está insatisfeito, pois o ANS real está superando em muito a expectativa. Se você possui diversos incidentes/requisições acumulados a dias em um ou mais departamentos, provavelmente está enfrentando esta situação.

5) Falta de auditoria
Por serem atividades rotineiras e, muitas vezes, de alto volume, os atendimentos realizados pelo servicedesk devem ser sempre auditados para garantir aspectos como:
  • classificação correta;
  • conformidade com procedimentos;
  • escalonamento correto;
  • tratamento adequado ao usuário solicitante.
Desvios e falhas devem ser mensurados e reportados frequentemente.

6) Não avaliar a satisfação do usuário final
Deixar de lado esta ação pode comprometer o atendimento que está sedo realizado. Como saber agir e se comportar sem conhecer a satisfação de quem está recebendo o serviço? Lembre-se que toda gestão deve ser baseada em informações e não em especulações. 

19 de set. de 2012

TCU lança Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI


O Tribunal de Contas da União (TCU) lançou o Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de Tecnologia da Informação. O objetivo da publicação é contribuir para que os órgãos e entidades da Administração Pública Federal planejem as contratações de bens e serviços de TI, de forma a utilizá-las para alavancar suas operações e entregar os resultados almejados pela sociedade.
      O texto é voltado principalmente para as equipes de TI dos órgãos e entidades federais. A proposta é auxiliar no planejamento das contratações de TI de maneira consistente e sustentável, evitando problemas já conhecidos. Para tanto, o guia direciona-se para dois objetivos essenciais: apontar o que a legislação, a jurisprudência e as melhores práticas sinalizam sobre o processo de planejamento das contratações de TI e indicar diversos riscos relativos a esse processo, bem como sugerir providências (controles internos) para mitigá-los.
Para acessar o guia, clique aqui.

18 de set. de 2012

Certificações ITIL E Governança TI. Por Onde Começar?


Para todos que estão nesse “mundinho” de governança, uma das grandes dúvidas é: em que certificações devo investir? Por onde devo começar?
É claro que a resposta irá depender de seu ramo, tipo de atuação, quantidade de investimento (em dinheiro e tempo) que você está disposto a fazer ou somente o nível de disposição que você possui para aprender coisas novas e estudar.
Eu tenho algumas sugestões (totalmente pessoais) para aqueles que estão iniciando nesse mundo. São elas:
1. Se você pretende conhecer de tudo um pouco e estar por dentro das melhores práticas e das normas de mercado, invista nas certificações tipo “Foundation”.Sugiro a seguinte ordem:
- Comece pelo “pai de todos”. Certifique-se em ITIL. É importante conhecer a versão dois do ITIL – ainda forte no mercado brasileiro. Sugiro que o profissional primeiramente se certifique em ITIL v2 foundation e depois v3 bridge foundation.
- É uma tendência forte de mercado, as empresas buscarem a certificação em ISO20000, uma espécie de “comprovação”que elas adotaram o ITIL e que estão seguindo e aplicando as normas em governança dos serviços de TI. Prepare-se para esta tendência – fique atualizado: certifique-se em ISO 20000 Foundation.
Ambos certificados são concedidos pela EXIN e as provas podem ser agendadas no site www.prometric.com.
- Se quiser ir ainda mais longe, estenda seu horizonte não somente para a governança de serviços de TI, mas a governança de TI como um todo. Busque a certificação em COBIT v4.1 Foundation. Diferente dos outros dois, aqui existe uma visão mais generalista da governança de TI , uma visão executiva e focada em resultados (outcome measures).
Este certificado é concedido pelo ISACA. Você encontrará os procedimentos de como fazer a prova e o próprio exame , a venda no site www.itpreneurs.com.
2. Se você quiser ser técnico especialista em algum processo ou grupo de processos, vá em frente. Certifique-se nos combos do ITIL Pratictioner v2 ou ITIL v3 capabilities. No site abaixo você encontrará a lista de todos eles e a descrição de suas aplicabilidades.
3. Agora, se você quiser ter uma visão gerencial de todos os processos da ITIL, invista (é realmente um investimento, o preço é “salgado) e estude para ser um v2 Manager ou v3 Expert. Mais que um mero treinamento, investir nessas certificações é aumentar sua experiência profissional. Várias escolas ministram esse treinamento, mas conheço e cito aqui a Path (www.path.com.br) , escola que inclusive trabalho como instrutora credenciada.
Está perdido , sem saber por onde começar e quer traçar uma meta com relação as suas certificações da ITIL?
O link abaixo, mostra exatamente o caminho a perseguir para atingir sua meta. Basta marcar (clicando sobre cada quadrinho) as certificacoes que você possui atualmente e o site traça o caminho a ser trilhado até o topo! Mãos a obra?