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7 de fev. de 2017

Quatro passos obrigatórios para calcular custo da migração para a nuvem

Há uma série de coisas a considerar quando você está contemplando um movimento para a nuvem, mas o custo certamente está no topo da lista. É comum ouvirmos que a a nuvem torna o CAPEX em despesas operacionais flexíveis (OPEX). Mas sua empresa pode não querer isso. Há empresas que preferem o modelo de operação com custos fixos, por força de questões fiscais.

Além disso, fazer comparações diretas entre custos de TI internos e investimentos em cloud computing é uma tarefa extremamente complicada.

Há custos disfarçados na adoção de soluções Cloud Computing. Um dos maiores erros, por exemplo, acontece quando tenta-se  comparar um servidor de nuvem com uma máquina física.  Outro problema comum é  subestimar os custos relacionados à gestão e ao monitoramento de aplicativos de cloud. Normalmente, esse custo é bem maior que o estimado. Além disso, a migração pode exigir  que as empresas reescrevam aplicações para operar em um ambiente virtualizado e reformatem os dados para atender ao formato SaaS. E esse custo também deve ser considerado.

No fundo, o cálculo do custo da migração é mais difícil do que parece. Veja como fazê-lo direito:

1. Faça uma auditoria de seus custos atuais com a infraestrutura de TI
Uma compreensão completa da escala de suas operações atuais é imperativa, e uma auditoria de infraestrutura é a primeira coisa que você deve fazer. A auditoria revelará o que você está pagando atualmente para executar os processos de TI. Essa linha de base ajudará a detalhar o custo potencial dos recursos da nuvem que você consumirá.

Você deve ter uma abordagem holística e considerar o custo total de usar e manter o seu investimento em TI on premise ao longo do tempo (fala-se em um horizonte de, no mínimo, dois anos), e não apenas o que você paga pela infraestrutura. Este cálculo incluirá custos diretos e indiretos.

* Custos diretos. Os custos diretos são relativamente fáceis de calcular, pois atingem diretamente o seu balanço. O primeiro inventário de custos diretos inclui o hardware e o software. Quanto você paga (ou pagou) por seus servidores físicos, licenças de software, contratos de manutenção, garantias, suprimentos, material, peças sobressalentes e qualquer outra coisa? Todos esses custos devem ser totalmente documentados, e você pode acessá-los pela faturas que o seu departamento de contabilidade deve ter, ordens de compra e registros de pagamento.

Enquanto você estiver no modo de coleta de dados, você também deve descobrir a quantidade de largura de banda e capacidade de armazenamento que você consome. Além disso, será importante identificar os detalhes de sua infraestrutura, como o número de servidores que você usa, os tipos de bancos de dados que você usa e a capacidade de armazenamento. Você usará essas informações ao calcular seus custos estimados de infraestrutura em nuvem nas próximas etapas.

O segundo tipo de custos diretos são os custos operacionais. Estes podem incluir:

- Custo de trabalho para manutenção de seus servidores, bancos de dados e outras tecnologias;
- Custo para manter as instalações que abrigam hardware, como imóveis, pessoal e outros custos relacionados;
- Custo da conectividade com a Internet;
- Quaisquer outros custos que possam ser atribuídos ao cuidados com os seus sistemas.

Finalmente, você deve incluir os custos administrativos necessários para manter seu departamento de TI. Estes podem incluir os recursos de outros departamentos em sua organização - Recursos Humanos, Compras, Finanças, para citar alguns - dedicados ao gerenciamento de sua equipe de TI interna e externa.

Você pode considerar esses custos como periféricos, pois eles podem não atingir o balanço do departamento de TI diretamente. Mas a contratação, treinamento e gerenciamento de funcionários de TI e consultores externos pode sair caro, e outros departamentos podem estar dedicando muitos recursos para isso. Assim, esses custos devem ser considerados no âmbito da migração para a nuvem.

Para estimar esses custos administrativos, você pode entrevistar funcionários-chave nesses departamentos e verificar logs de treinamento para chegar ao número total de horas gastas, em seguida, multiplicar este total por uma média de salário/hora.

* Custos indiretos. Os custos indiretos, embora mais difíceis de calcular, são tão importantes quanto os custos diretos. O maior custo indireto é a perda de produtividade sofrida por seus funcionários e clientes se sua infraestrutura de TI ficar indisponível. Para calcular esses custos, você pode analisar os arquivos de log para determinar a freqüência com que seus servidores ficam lentos, sobrecarregados ou fora do ar e por quanto tempo e multiplicar esse tempo por uma taxa horária média. Se você puder estimar a receita perdida devido ao tempo de inatividade, esse custo também deve ser incluído.

A situação de custo indireto de cada empresa será diferente. Os custos indiretos podem ser difíceis de estimar, mas são muito importantes de considerar, pois podem representar uma parcela significativa dos custos globais de TI.

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2. Considere os custos estimados para a infraestrutura de nuvem
Depois de determinar os custos atuais, é hora de calcular seus custos potenciais de infraestrutura em nuvem. Sua auditoria deve fornecer uma sólida compreensão da capacidade de rede, armazenamento e banco de dados necessária para executar os aplicativos que você deseja migrar para a nuvem.

Estimar o cloud pricing costumava ser extremamente complicado, mas  os provedores de infraestrutura em nuvem simplificaram suas estruturas de preços para que os clientes potenciais possam compreendê-los mais facilmente. Existem muitas calculadoras de custos em nuvem disponíveis para dar uma ideia dos custos de infraestrutura em nuvem, independentemente de você já ter ou não selecionado um provedor de nuvem . Aqui está uma pequena lista:

Calculadora de Custo Total de Propriedade (TCO) da Amazon Web Services (AWS) e mais calculadora de custo mensal em profundidade
Calculadora de preços do Google Cloud Platform
Calculadora de preços do Microsoft Azure
Calculadora de Rackspace
Calculadora da IBM Bluemix
Como a Thorn Technologies é certificada pela AWS, estamos mais familiarizados com a Calculadora de TCO do Access AWS,.

O primeiro passo é inserir sua infraestrutura existente ou planejada.

Começando com a calculadora básica, você terá que inserir as seguintes informações:

Servidores

Tipo de servidor
Número de máquinas virtuais
Núcleos de CPU
Memória em GB
Hypervisor, Guest OS e DB Engine, se você inserir um tipo de servidor
Armazenamento

Tipo de armazenamento
Capacidade de Armazenamento Bruto
Porcentagem acessada com pouca freqüência (se você usar o armazenamento de objetos)
Você pode adicionar linhas para vários servidores e tipos de armazenamento, se necessário.

A Calculadora avançada pedirá mais detalhes sobre os Servidores e o Armazenamento e também vai considerar o Trabalho de Rede e de TI no cálculo do TCO. Preferimos usar a versão Avançada da calculadora TCO, pois mais detalhes ajudarão a calcular um custo potencial mais preciso e holístico.

Depois de enviar suas informações, a calculadora irá gerar um relatório que resume a comparação de TCO de três anos por categorias de custo. Em seguida, você pode baixar um relatório completo que fornece desagregações detalhadas de custos, as premissas e metodologia utilizadas no modelo de custo e as perguntas mais freqüentes.

A AWS também fornece uma calculadora TCO para comparar o custo de execução de aplicativos de backup e arquivo na AWS em comparação com um ambiente local. Você pode encontrar a calculadora aqui .

Você pode usar esses modelos como pontos de partida e ajustá-los para melhor atender a sua situação atual. Embora os cenários e os detalhes certamente mudem, esta calculadora será útil para fornecer uma idéia aproximada do custo mensal para o qual você deverá ter orçamento.

3. Estime os custos de execução na migração para a nuvem
O próximo passo é contabilizar os custos envolvidos na execução da migração de suas operações de TI para a nuvem. O escopo de sua atual infraestrutura de TI e quanto planeja mudar para a nuvem determinará o custo do processo de migração.

Aqui estão os componentes a serem considerados:

* Mover dados para a nuvem. Mover dados para a nuvem é uma das etapas mais importantes de qualquer migração. Os provedores de nuvem cobram taxas pela transferência de dados para seus sistemas, portanto esses custos de rede devem ser contabilizados. Outro item caro pode ser o trabalho envolvido em garantir que os dados da sua empresa sejam adequadamente sincronizados quando você implementa sistemas legados na nuvem.

É provável que sua empresa continue a usar seus aplicativos durante a migração da nuvem, portanto, você precisará gastar tempo e dinheiro para garantir que os dados nos sistemas locais não deixem de ser sincronizados com os dados na nuvem. Dados atualizados sincronizados são cruciais para as operações comerciais.

Por exemplo, nós ajudamos a Sprint a migrar sua plataforma de mensagens SMS on-premise para a AWS. A Sprint continuou a usar o software para entregar mais de 4 milhões de mensagens de texto por dia e todos os dados de clientes e relatórios continuaram a se acumular durante a migração para a nuvem.

Para garantir a integridade dos dados, fizemos um backup instantâneo da infraestrutura atual da Sprint para garantir que nenhum dado fosse perdido durante a transição. Em seguida, criamos uma plataforma de enfileiramento de nuvens para que nenhum novo dado deixasse de ser processado pelos servidores herdados durante a migração. Assim que o novo ambiente de nuvem foi ativado, todas as novas solicitações de dados foram processadas para garantir que todos os dados seriam sincronizados.

Neste caso, houve muito trabalho envolvido na garantia da integridade dos dados durante a migração. Cada cenário será diferente, mas você precisará dedicar alguma quantidade de mão-de-obra e dinheiro para garantir que seus dados fiquem em sincronia.

* Integração e teste de aplicativos. Infelizmente, algumas aplicações simplesmente não estão prontas para a nuvem. Quer se trate de grandes sistemas de ERP com funcionalidades e funcionalidades que dependem de servidores on -premise ou de software herdado que existe há anos, o custo de integrar e testar estas aplicações depois de as transportar para a nuvem deve ser levado em conta.

A primeira coisa que você deve fazer é compreender como essas plataformas interagem com seus sistemas operacionais e infraestrutura atuais. Em seguida, você deve determinar as alterações que você precisará fazer para que esses sistemas funcionem bem em seu novo ambiente em nuvem. Então é hora de fazer essas alterações e testar os aplicativos. Tudo isso custa tempo e dinheiro, então certifique-se de que estejam contemplados no orçamento.

* Gastos com consultoria. Como a Sprint, sua empresa pode não ter todas as habilidades e recursos necessários para executar uma migração para a nuvem por conta própria. A migração pode ser difícil, e você pode precisar de experiência externa para ajudar. O ponto de vista de um estranho pode ser útil em várias frentes. Quer se trate de mapeamento de uma abordagem estratégica, o desenvolvimento de uma arquitetura em nuvem, execução do processo de migração, ou todos os acima, o conhecimento dos consultores e a experiência em muitas indústrias e situações pode ser valiosos.

Uma compreensão completa dos pontos fortes e fracos da sua empresa em relação à computação em nuvem e à migração determinará se você precisa da ajuda de especialistas em nuvem. Então você pode estimar os custos do tempo desses especialistas com base no nível de assistência que você precisa.

Se você decidir que precisa de ajuda de um consultor, certifique-se de entender as principais coisas a serem buscadas ao selecionar um parceiro de migração para a nuvem.

4. Estime os custos adicionais pós-migração
O que você terá que pagar depois que a migração para a nuvem estiver concluída? Você terá que pagar os custos de infraestrutura mensal que você calculou na  Etapa 2, é claro. Mas você também deve levar em conta os custos diretos e indiretos necessários para manter e melhorar seu novo ambiente em nuvem e muitos deles continuarão a ser pagos após a conclusão da migração inicial. Custos como integração contínua e testes de aplicativos, treinamento, trabalho, segurança e conformidade, administração e outros precisam ser previstos para determinar um orçamento pós-migração preciso.

Considere custos versus benefícios tangíveis e intangíveis
Depois de calcular todos os custos, você pode chegar a um número bem grande. No entanto, é provável que o número seja menor do que todos os custos que você tem atualmente para manter a infraestrutura local. Economia de custos é uma grande razão pela qual você gostaria de migrar para a nuvem, em primeiro lugar, não é?

Mas além de economizar custos, considere que a nuvem também traz uma miríade de benefícios intangíveis que podem ser difíceis de mensurar diretamente. Permitirá que sua organização seja mais flexível e ágil para que você possa testar e lançar produtos de forma mais rápida e reagir melhor  às mudanças nas condições do mercado.

Determinar o custo e os benefícios da nuvem requer uma abordagem estratégica holística, por isso é importante compreender e explicar todos os fatores diretos e indiretos que entram em uma migração para a nuvem.

6 de fev. de 2017

5 qualidades de quem tem vocação para ser coach profissional

Pensando em atuar profissionalmente como coach? Confira se você tem o perfil certo para seguir na profissão.


Seja como primeira ou segunda carreira, o coaching tem atraído muitos profissionais e é uma das atividades em franca expansão no mundo corporativo. Basta digitar a palavra coach no Google para confirmar a o crescimento da oferta de serviços no Brasil.
Para o master coach Homero Reis, ainda há muito espaço de atuação para novos coachs. “A sensação que eu tenho é que o crescimento vai estabilizar, mas há demanda reprimida”, diz. 
Ele é um dos coachs que apostam também na formação destes profissionais. A Homero Reis e Consultores é a única instituição a oferecer uma pós-graduação com foco exclusivo na formação de coachs ontológicos que é reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC).
Mas será que a carreira é para todo mundo? Foi isso que EXAME.com foi investigar com o especialista. Como saber se o seu perfil é adequado para a plaquinha de coach na mesa? 
De acordo com ele, são 5 as características fundamentais que compõem o perfil comportamental de uma pessoa com vocação para ser coach. Confira quais são:
1 Curiosidade
O curioso tem dúvidas, quer saber, vai procurar, é em última instância um interessado no mundo das ideias e das coisas. “A curiosidade leva ao aprendizado”, diz Homero Reis. Querer saber como as coisas funcionam é um dos pilares do comportamento do futuro coach. “Pessoas curiosas geralmente gostam dos processos de aprendizagem”, diz Reis.
2 Gostar de ajudar os outros
Não basta só ter interesse pelo que é humano, é preciso gostar de ajudar. Afinal, o compromisso com o outro é uma característica marcante de qualquer coach de sucesso. “São pessoas que têm vocação natural para ajudar as pessoas e as organizações, ou seja, com vocação para servir”, diz Reis.
3 Base ética
“Quando não há base ética, os problemas de relacionamento tomam proporções devastadoras”, diz Reis. Por isso, qualquer profissional que se proponha a oferecer serviços de coach precisa ter profunda e sólida base ética, segundo o especialista. “É essa a base da construção de relações saudáveis entre as pessoas”, lembra Reis.
4 Compromisso com valores sociais e das organizações
De acordo com Reis, outro ponto de atenção na hora de identificar no candidato o perfil necessário para a atuação profissional como coach está relacionado ao compromisso dele com os valores sociais e das organizações. “É o que a gente chama de compromisso com os valores da humanidade”, diz ele. 
5 Respeito pela técnica
Não dá para rasgar todo o modelo técnico aprendido e agir como bem entender dentro da sua sala. A atuação do coach é regida por um modelo técnico e o profissional deve estar preparado para trabalhar de acordo com os preceitos existentes. “Precisa ser uma pessoa comprometida com a técnica”, destaca Reis.

5 de fev. de 2017

5 razões pelas quais os melhores colaboradores se demitem

Há um infame ditado popular no meio corporativo que diz que “quem não está contente que vá embora“. É o tipo de fala utilizada em culturas organizacionais baseadas no medo. Isso dava bastante certo há décadas, mas, caso você ocupe uma posição de liderança nos próximos anos, prepare-se para as consequências ao proferir essa frase.
Perder um ótimo funcionário é algo terrível. Há a despesa de encontrar, integrar e treinar seu substituto. Há a incerteza sobre o rendimento do novo colaborador. Há a dificuldade do resto da equipe até que a posição seja preenchida.
Às vezes, há uma sólida razão por trás da decisão de ir embora — problemas de relacionamento, motivos pessoais ou uma proposta muito boa para ser rejeitada. Nesses casos, mesmo que seja uma transição difícil, não há nada que você possa fazer.
E quanto ao resto?
Manter seus melhores funcionários começa com entender o porquê de as pessoas saírem. Em um artigo publicado no site Inc, a autora Lolly Daskal explica algumas razões pelas quais os colaboradores se demitem, que traduzo agora para o português.

1 – Excesso de hierarquia

Independentemente do tamanho da empresa ou do segmento de atuação, cada local de trabalho precisa de estrutura e lideranças, mas uma organização extremamente vertical deixa os trabalhadores infelizes. Se os gestores cobram ótimos resultados, mas não valorizam a geração de ideias e centralizam o poder de decisão, não espere que metas sejam alcançadas. Valorize as boas ideias e dê liberdade para que elas sejam colocadas em prática. Ninguém fica feliz ao ter que se reportar para três ou quatro níveis hierárquicos que, muitas vezes, sabem menos sobre determinado assunto.

2 – Excesso de trabalho

Qualquer função desempenhada passa por alguns períodos de estresse e sobrecarga, mas nada suga tanto a energia — física e mental — de um colaborador quanto o excesso de trabalho. E, muitas vezes, são os melhores funcionários — os mais capazes e comprometidos — que ficam mais sobrecarregados. Constantemente esses caras assumem mais e mais tarefas e projetos mostrando-se pró-ativos, mas esbarram na ausência de reconhecimento — como promoções e aumentos de salário — e logo desanimam. E quem poderia culpá-los?  Você sentiria o mesmo.

3 – Visões vagas

O trio “missão, visão e valores” muitas vezes é meramente figurativo. Um enfeite num quadro bonito na recepção da empresa ou em seu website. Não há nada mais frustrante do que olhar para uma visão preenchida com sonhos altos, mas nenhuma tradução dessas aspirações em objetivos estratégicos que as tornem viáveis. Sem essa conexão, tudo é papo furado. Por que uma pessoa talentosa gastaria seu tempo e energia para apoiar algo indefinido? Os colaboradores gostam de saber que estão trabalhando para um bem maior, não apenas para que a roda gire.

4 – Falta de reconhecimento

Mesmo as pessoas mais altruístas querem ser reconhecidas e recompensadas por um trabalho bem feito. É a natureza humana. Quando você deixa de reconhecer o esforço de seus empregados, você não está só os desmotivando, mas também perdendo a maneira mais eficaz de gerar melhores resultados. Se seu orçamento é limitado para bônus e promoções, há muitas formas de baixo custo para fornecer o reconhecimento — uma palavra de apreço é gratuita. É bastante conveniente pedir que o funcionário “vista a camisa da empresa” enquanto ela não veste a dele. Pense nisso.

5 – Estagnação

Ninguém gosta da ideia de estar no mesmo lugar, fazendo as mesmas coisas, pelos próximos 05 ou 10 anos — por mais que você ame seu trabalho, novos desafios e atividades são importantes para seu crescimento. As pessoas gostam de sentir que ainda podem progredir em suas carreiras e que todo o trabalho duro será recompensado. Nós precisamos de aspirações. Se não há um plano de carreira e estrutura para o crescimento dos colaboradores, eles provavelmente procurarão isso em outro lugar. Nesse meio tempo, o cara que ouve que “quem não está contente que vá embora” — e não o faz de imediato por ter suas contas para pagar — estará muito mais propenso a se sentir infeliz no trabalho e, com isso, ser menos produtivo e ter um desempenho abaixo da média.
***
Muitas pessoas que deixam seus empregos o fazem por causa de seus chefes, não pelo trabalho ou pelo ambiente da empresa. Pergunte a si mesmo o que pode fazer para conduzir seus colaboradores adiante e começar a fazer as mudanças necessárias para mantê-los.

3 de jan. de 2017

Conheçam as oportunidade de Pós-Graduação Gratuita

Quem já é graduado em uma instituição de ensino superior reconhecida pelo MEC tem o direito de fazer uma Pós-graduação.
Você pode fazer dois tipos de pós-graduação grátis:
  • lato sensu: Eles tem objetivo de aprimorar você profissionalmente em especializações e atualizações. A nomenclatura comum utilizada é a sigla em inglês MBA (Master Business Administration, ou Mestre em Administração de Negócios, em tradução livre). Apesar do nome ele não é considerado como um mestrado, como nos EUA.
  • stricto sensu: Este sim é o mestrado e doutorado, com objetivo de formar pesquisadores e professores universitários. A meta principal deste tipo de pós-graduação é o incentivo ao desenvolvimento científico.
Há vários caminhos para você conseguir concretizar a sua pós graduação gratuita:

1. CAPES

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior é um braço governamental da pós graduação gratuita exclusivamente stricto sensu. Pela CAPES você pode conseguir bolsas de estudos para desenvolver pesquisas e fazer mestrado e doutorado. As bolsas de estudos da CAPES para mestrado partem dos R$ 1.400 ao mês, para doutorado R$ 1.800 e para pós-doutorado R$ 3.200. Para mais informações veja aqui.

2. CNPq

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico também é uma via do governo para o desenvolvimento do conhecimento científico. As bolsas de estudo CNPq para a sua pós graduação grátis tem valores parecidos com os da CAPES, mas para doutorado e pós-doutorado incluem uma taxa de bancada de R$ 400 por mês. Este dinheiro pode ser utilizado para adquirir livros e viajar para congressos. Veja detalhes aqui.

3. FINEP

A Financiadora de Estudos e Projetos, FINEP, fomenta o desenvolvimento tecnológico, científico e empresarial e realiza o financiamento para tanto para instituições quanto para estudantes em diversas modalidades permitindo a realização de pós graduação gratuita. Saiba mais aqui.

4. Fapesp

AFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo tem propósitos parecidos com os das instituições acima, mas também possibilita a realização da pós graduação grátis de maneiras distintas, mas limitado ao estado de São Paulo. Para mais detalhes visite aqui.

5. Mais Estudo

É uma empresa privada que fornece bolsas de estudos parciais. Não permite pós graduação gratis, mas financiam parte dos estudos. Com parceirias realizadas com faculdades e universidades particulares a Mais Estudo completa as vagas ociosas nos bancos das universidades ampliando a receita da instituição e diminuindo o custo para o aluno. Veja aqui.

6. Bancos

A grande maioria dos bancos tem programas de financiamento estudantil. Eles pagam parte ou toda a sua pós-graduação e você devolve o dinheiro com juros quando já estiver exercendo a profissão, depois de formado, com juros.
O nosso propósito foi enumerar as principais vias de acesso a uma pós graduação gratuita, mas certamente há outras instituições que fomentam o desenvolvimento dos estudos que poderiam te ajudar caso esteja procurando se especializar e atualizar.

8 de mai. de 2016

Kit para Windows 10 de Internet das Coisas funciona com Raspberry Pi 2

A Microsoft lançou um kit desenvolvimento que promete facilitar o caminho de quem deseja se aventurar por sua nova plataforma para dispositivos inteligentes usando um Raspberry Pi 2. O Windows IoT Core Starter Kit contém todo o material necessário para começar a explorar as possibilidades do sistema operacional feito para a Internet das Coisas, incluindo até um cartão de memória com essa versão do Windows instalada.
Dispositivo construído com Raspberry Pi controla Internet das Coisas
Disponibilizado para compra desde a última quinta-feira (24), porém, o kit já se encontra esgotado.
Microsoft lança kit para desenvolvedores com instruções básicas do Windows IoT Core (Foto: Divulgação)Microsoft lança kit para desenvolvedores com instruções básicas do Windows IoT Core (Foto: Divulgação)
Além do cartão de memória com o Windows pré-carregado, o kit que atraiu tanto a atenção dos desenvolvedores a ponto de se esgotar em poucos dias consiste de um conjunto de sensores compatíveis, componentes eletrônicos, fios e cabos que foram verificados para funcionar com o Windows 10 IoT Core alguns códigos básicos para começar a criar um projeto de Internet das Coisas imediatamente.
Kit também acompanha sensores e cabos certificados pela Microsoft (Foto: Divulgação)Kit também acompanha sensores e cabos certificados pela Microsoft (Foto: Divulgação)
Embora ainda não haja previsão para que o kit possa ser comprado novamente, é possível receber uma notificação de disponibilidade fornecendo seu e-mail no site da Adafruit, parceira da Microsoft que fornece o kit. O conjunto contendo um Raspberry Pi 2 custa US$ 114,95 (R$ 450), enquanto o kit sem o controlador é vendido por US$ 75 (R$ 296). Para obter os materiais de iniciação ao Windows IoT Core, também é necessário ser membro do programa Windows Insider. Acesse o site da Microsoft para obter instruções e baixar os programas necessários.

31 de jul. de 2015

6 certificações que vão turbinar sua carreira em 2015.

6 certificações que vão turbinar sua carreira em Tecnologia da Informação.
6 certificações que vão turbinar sua carreira em Tecnologia da Informação.
O profissional de hoje precisa não somente ser especialista em tecnologias, entender diversas soluções, mas também ter conhecimento de negócios. Mais ainda: ele deve inspirar, analisar, e ter visão de mercado.

E não é preciso ser nenhum super-herói para reunir essas características. Com conhecimento de mercado e ajuda de algumas certificações, você pode obter tudo de que precisa para chegar ao topo da TI. Veja abaixo os temas mais quentes do momento, ideais para investir em capacitações na área.

1. Governança
Governança corporativa ajuda empresas a definir políticas e regras para os funcionários de todos os níveis hierárquicos. Um CIO com conhecimento no tema pode aumentar a prestação de contas, a transparência e a confiança, muitas vezes, prevenindo problemas.

Duas certificações da Information Systems Audit and Control Association (Isaca) ajudam o profissional de TI a obter esse conhecimento. A Certified In The Governance Of Enterprise IT (CGEIT) promove o conhecimento necessário ao talento para discutir questões críticas em torno de governança e alinhamento estratégico. 

Para se candidatar às certificações, o candidato deve ter cinco ou mais anos de experiência em gestão, consultoria e/ou responsabilidades de garantia relacionadas com governança de TI em uma empresa. Além disso, o conhecimento adquirido é atestado por meio de prova. 

Outra certificação, a Certified In Risk And Information Systems Control (CRISC) é direcionada para profissionais que têm interesse em negócios e gestão de risco de tecnologia, bem como desenvolvimento e execução de sistemas de informação (SI) controles.

Para obter a CRISC, é necessário ter pelo menos três anos de experiência combinada na gestão de risco de nível profissional e controle, com experiência na execução de pelo menos três das seguintes funções: identificação dos riscos, assessment e avaliação; resposta de risco; monitoramento de risco; projeto de controle sistemas de informação e implementação; e controle, monitoramento e manutenção.

2. Arquitetura em TI
Profissionais voltados para a arquitetura de TI lidam com planejamento, projeto, implementação e gerenciamento de infraestrutura de TI para impulsionar e implementar estratégias de negócios. As certificações CITA-Professional, da Iasa, ajudam profissionais a adquirir essas competências. Veja mais no site da instituição.

3. Big Data e analytics
Considerada há alguns anos a profissão mais ‘sexy’ do século, cientistas de dados estão em alta. Profissionais com habilidade para analisar e lidar com ferramentas de Big Data estão sendo disputados pelo mercado. Eles têm capacidade única de obter insights diante de uma montanha de dados para ajudar os negócios a tomar decisões de forma mais assertiva.

Empresas como EMC, Oracle e SAS oferecem certificação na área, ajudando o profissional a adquirir as competências necessárias para atuar nesse contexto.

4. Compliance
A conformidade regulatória é valiosa para as empresas. Certificações nessa área dão aos profissionais experiência na avaliação de regulamentações e implementação de programas para garantir que organizações fiquem em conformidade com as regras legais. Veja abaixo algumas certificações para fortalecer capacidades em compliance:

A Certified Information Systems Risk and Compliance Professional (CISRCP), da Risk Compliance Association, é direcionada para profissionais de TI e segurança da informação que buscam conhecimento e habilidades para compreender e controlar a conformidade e realizar o gerenciamento de riscos corporativos. Essa certificação abrange normas internacionais, princípios e melhores práticas de gestão de riscos de TI e segurança de TI. 

Já o Certified Compliance & Ethics Professional (CCEP), do Compliance Certification Board, é direcionado para indivíduos que têm conhecimento dos regulamentos relevantes e conhecimentos suficientes sobre os processos de conformidade para ajudar organizações a cumprir e manter as normas legais. Os candidatos devem ter, pelo menos, um ano de experiência em uma função de conformidade e atender a outros requisitos do instituto.

5. Gerenciamento de projetos
Essa categoria é relevante para profissionais de todos os segmentos da indústria. O gerenciamento de projetos exige habilidades de planejamento, organização, motivação e controle de recursos, procedimentos e protocolos. O Project Management Institut (PMI) oferece uma série de certificações para aqueles que estão interessados em adquirir ou aprimorar as habilidades exigidas nesse quesito.

Os iniciantes podem começar sua empreitada pelo Certified Associate in Project Management (CAPM), com foco para aqueles que querem mostrar comprometimento com a gestão de projetos e adquirir habilidades para gerenciar projetos grandes e que requerem mais responsabilidade.  

Para os mais experientes, o Instituto oferece certificações como o Project Management Professional (PMP), voltado para liderança e gestão de equipes; o Portfolio Management Professional (PfMP), para candidatos que possuem portfólio de gerência e querem conquistar um portfólio de gestão de projetos e programas; o PMI Agile Certified Practitioner (PMI-ACP), voltado para novos ou antigos usuários de práticas ágeis e que querem demonstrar comprometimento com esta abordagem de gerenciamento de projetos; o PMI Scheduling Professional (PMI-SP), para profissionais que possuem expertise em programação de projetos; e o Program Management Professional (PgMP) que visa validar a capacidade do profissional em gerenciamento de projetos complexos e alinhamento de resultados.

6. Academias para CIOs
Além das certificações corporativas, algumas instituições acadêmicas oferecem programas que dão aos executivos as habilidades e o conhecimento necessário para tomada de decisão rápida e estratégica. Também há a possibilidade de fazer cursos a distância. Confira alguns exemplos a seguir:

O Carnegie Mellon University's CIO Certificate é voltado especificamente para CIOs, CTOs, CSOs, seus subordinados diretos e outros executivos de TI que possuem responsabilidades de supervisão.

Já o University of Maryland University College's CIO Executive Certificate é desenvolvido para CIOs e abrange todas as áreas de gestão associados à concepção, desenvolvimento, aquisição, implementação, planejamento e manutenção da estrutura de TI de uma organização.

O Society for Information Management's Regional Leadership Forum (RLF) é um programa de desenvolvimento de liderança que utiliza aprendizagem experiencial para ensinar novos conceitos e aprimorar habilidades interpessoais e métodos e práticas de liderança.

Recentemente, a IT Mídia e a Fundação Instituto de Administração (FIA) anunciaram uma parceria para lançar a Academia do CIO. O objetivo é fechar um currículo para formação de curta duração, nas quais os executivos de TI terão a possibilidade de uma atualização em temas novos que passam a integrar a agenda das lideranças de tecnologia.

A previsão é de que até o final deste ano já esteja formatada a agenda do curso e também a primeira turma de executivos que terá acesso a esse conteúdo. A primeira etapa que antecederá a Academia do CIO será o IT Forum Trends, encontro produzido pela IT Mídia, também em parceria com a FIA, onde CIOs, consultores e professores da instituição debaterão tópicos extraídos do estudo Antes da TI, a Estratégia. A ideia é utilizar o documento final do encontro para elaborar parte da agenda da Academia.

E, você, acrescentaria mais alguma à lista?
Fonte: IT FÓRUM